sexta-feira, 15 de abril de 2011

Projeto Papai do Céu na Escola

 
O Deputado Federal Pr. Marco Feliciano apresentou nesta quarta-feira, 13, seu novo Projeto de Lei que visa agregar ao estudo das escolas o ensino religioso, Papai do Céu na Escola que tem como objetivo cuidar da formação básica do cidadão durante a infância.
Esse programa nacional tem o propósito de nortear o ensino religioso que já é considerado pela nova legislação como disciplina integrante do currículo escolar do ensino fundamental.
O Programa Nacional Papai do Céu na Escola vai disseminar, de uma maneira lúdica, a diversidade religiosa do país, os valores morais, a cultura da paz e o respeito às diferentes crenças.
Marco Feliciano acredita que o ensino religioso é a base histórica dos princípios morais e éticos da sociedade e nossos  pequenos cidadãos precisam conhecer esses ensinamentos.
A nota enviada pela assessoria do deputado destaca que os países mais desenvolvidos, que aboliram de sua grade curricular o ensino religioso, sofreram graves ataques contras escolas e famílias foram afetadas por monstruosidades deixando uma marca inesquecível e irreparável  na sociedade mundial.
“Por isso, precisamos resgatar o ensino religioso em nosso país de maneira sábia, simples, coerente e contínua. Queremos ver os filhos desta Nação olhando para a imensidão do cosmos e dizendo: há um Papai do Céu que cuida de nós”, diz o texto.
Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 13 de abril de 2011

CASAL NA ÍNDIA É AMEAÇADO POR COLOCAR NOME BÍBLICO EM FILHA

 
  
O que deveria ser um momento de extrema alegria se transformou em um conflito familiar para um casal cristão no Rajastão, Índia.

Sabal e sua esposa, Lajjawati, aceitaram a Cristo há pouco mais de um ano, quando procuravam uma solução para o que é considerado uma praga na sociedade indiana tradicional: não ter filhos.

Quando repetidas soluções médicas falharam, o casal voltou-se para sua religião, seguiram as instruções de seus sacerdotes e curandeiros, mas nada funcionou.

Foi então que eles encontraram o pastor Rafat Sanjiv. O Evangelho para a Ásia, com suporte missionário nacional, anunciou o amor de Cristo e eles aceitaram a Jesus como Salvador. Logo, eles queriam saber se Jesus poderia responder às suas orações.

Sabal e Lajjawati começaram a frequentar a igreja e Deus respondeu ao clamor do casal, abençoando-o com uma menininha. Eles estavam cheios de alegria, mas, em seguida, os problemas começaram.

Afirmando sua posição tradicional na família, o irmão mais velho de Sabal queria escolher o nome do bebê. Ele queria dar à menina o nome de um dos deuses que a família adora.

Na antiga religião de Sabal e Lajjawati, a nomeação de um filho tem um significado religioso profundo. É prática comum dar ao bebê o nome de um sábio, santo ou divindade, pois acreditam que cada vez que o nome é pronunciado, ele vai se lembrar do caminho que deve tomar na vida.

O irmão quer colocar o nome na garota de Amritaya, que significa “Imortal Senhor Vishnu”, um dos deuses que os pais da menininha seguiam antes de se encontrarem Cristo. Como cristãos, Sabal e Lajjawati não queriam que sua filha tivesse esse nome, mas, sim, um nome bíblico. Eles queriam o nome Ruth, mas isso enfureceu o irmão de Sabal.

O irmão ameaça o pastor Sanjiv, advertindo-o de que não vai permitir que o casal volte para a igreja. Ele diz que se seu irmão e cunhada voltarem para a igreja, ele apresentará uma queixa junto à polícia, alegando que o pastor Sanjiv os forçou a se converter ao cristianismo.

Com os intensos sentimentos anti-cristãos que permeiam o Estado, tal acusação poderia causar enormes problemas para o pastor e sua igreja, bem como para Sabal e Lajjawati.

Os líderes do Ministério para Ásia estão preocupados com essa situação e pedem oração para que esse problema seja resolvido pacificamente.

“Estou pedindo que os crentes de todo o mundo se unam para orar por eles e pelo pastor e a sua congregação. Orem também para que o irmão de Sabal aceite o amor de Deus e O siga”, afirma o presidente do Ministério, dr. Yohannan.
FONTE  www.amigodecristo.com
Via Guiame

QUEM NÃO É CONTRA NÓS É POR NÓS



Haveria contradição nos provérbios de Jesus? Será que Jesus se enganou? Veja os seguintes textos: “Pois quem não é contra...
Quem Não É Contra Nós É Por Nós
Haveria contradição nos provérbios de Jesus? Será que Jesus se enganou? Veja os seguintes textos: “Pois quem não é contra nós, é por nós” (Marcos 9.40; Lucas 9.50); “Quem não é por mim é contra mim, e quem comigo não ajunta, espalha” (Mateus 12.30; Lucas 11.23).
Antes de continuar é útil tirar proveito desta aparente contradição para rever boas regras de estudo bíblico. Primeiro, um texto, uma palavra e mesmo uma idéia só terá sentido em seu contexto. Fora do contexto só há erro e contradição; o sentido do texto, da palavra e de qualquer idéia vem do contexto. Segundo, os ditos proverbiais apresentam verdades gerais que precisam ser entendidas como regras gerais e não como profecia ou como afirmação absoluta sem exceção. Por exemplo: Provérbios 26.4 e 5 apresentam regras gerais “contraditórias”, pelo menos aparentemente, mas na verdade cada provérbio é válido como regra em certas circunstâncias e em outras não. Com estas duas idéias em mente, vamos estudar o que Jesus quis dizer com estes dois provérbios.

UMA VERSÃO PARA CADA SITUAÇÃO

Os dois provérbios que estamos estudando ensinam a mesma lição. Não há contradição de idéias, mas simplesmente uma mesma verdade expressa de dois modos diferentes, para uso em diferentes análises. Para a auto avaliação, usa-se o provérbio mais severo (quem não é por mim, é contra mim); para a avaliação de outros, usa-se o mais suave (quem não é contra nós, é por nós). A lição básica é sempre a mesma: “É impossível ficar neutro em relação a Jesus”.

NEUTRALIDADE IMPOSSÍVEL

Jesus curou um endemoninhado mudo, expulsando o demônio que causava esse mal. Os que viram o milagre reagiram de três formas: uns ficaram admirados, outros acusaram Jesus de ter um pacto com (ou estar possuído por) Belzebu, o demônio maior, e outros, finalmente, pediam que Jesus fizesse mais um milagre para provar quem ele realmente era (Lucas 11.14-17).
Jesus não faz milagres para provar algo a quem já teve toda a evidência que precisava. Jesus e Deus Pai não forçam o homem a aceitá-los. Certamente pedir provas a Deus não é o meio de ter fé para a salvação. Jesus passa a raciocinar com eles mostrando que é razoável crer nele como enviado de Deus, com base na evidência que já tinha sido dada. É assim que devemos agir hoje com aqueles que querem “mais razões” para crer. Jesus, na ocasião, mostrou que ele não seria um aliado do Diabo, pois estava a destruir-lhe o reino. Na verdade, Jesus estava provando que tinha mais poder que o Diabo e seus demônios. Além disto, a presença de tal poder entre os homens era evidência da proximidade do Reino de Deus (Lucas 11.17-22).
É neste momento que Jesus diz: “Quem não é por mim é contra mim, quem comigo não ajunta, espalha” (Lucas 11.23). A ilustração empregada por Jesus na segunda frase do provérbio vem do trabalho de ajuntar (ou espalhar) um rebanho, ou uma colheita. Ele afirma estar do lado de Deus e diz que aqueles que não estão do lado dele são inimigos de Deus. Quem não está com Jesus, está com Belzebu. “Quem não ajuda, atrapalha”.
Para ilustrar isto ele conta a parábola chamada pelos negritos de algumas Bíblias de “a estratégia de Satanás”. Se a “ex-casa” de um demônio tentar manter-se neutra, isto é, vazia, não vai ficar assim por muito tempo. Em breve aquele demônio voltará com outros piores ainda e o último estado do homem vai ser terrível, e bem pior que o primeiro (Lucas 11.24-26). Veja que esta parábola não é um aviso para as pessoas que um dia foram endemoninhadas. De fato, quando Jesus expulsava um demônio, ele não podia mais retomar àquela pessoa (Marcos 9.25). Esta parábola ilustra a impossibilidade de ficar neutro em relação a Jesus: não há casa vazia – não pode haver pessoa que não é nem de Jesus e nem do demônio. Ou seremos discípulos de Jesus, ou seremos inimigos dele. Não há meio termo.
Ao narrar este mesmo evento, Mateus dá ênfase ao fato de termos que decidir por Jesus, ligando o provérbio “quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha” com a possibilidade de pecar contra o Espírito Santo, o pecado sem perdão (Mateus 12.22-32). 0 pecado imperdoável é a oposição deliberada e contínua a Jesus e sua obra. O pecado contra o Espírito Santo deve ser entendido à luz do ditado acima. Portanto, é impossível ficar neutro no que diz respeito a Jesus.

RIVALIDADE IMPOSSÍVEL

Jesus declara: “Se você não está a favor, está contra.” Por outro lado em Marcos 9.40 e Lucas 9.50 ele disse: “Se você não está contra, está a favor.” Esta aparente contradição é resolvida quando se observa as circunstâncias que geraram o provérbio “quem não é contra nós, é por nós”.
João, discípulo de Cristo, em uma de suas andanças encontrou um homem que expelia demônios usando o nome de Jesus. Este homem não era um dos seguidores de Jesus no mesmo sentido que eram os apóstolos e outros comissionados para aquele trabalho (Lucas 9.1-2; 10.1-12). João, talvez inspirado por um espírito de partidarismo como o de Josué (Números 11.16-30), proibiu o homem de continuar sua obra. Talvez, por causa do ensino sobre receber alguém em nome de Jesus, ele lembrasse do homem que, aos seus olhos, estava usando este nome sem merecê-lo e portanto não devia ser acolhido. Ele pede o parecer de Jesus sobre sua ação (Marcos 9.33-38; Lucas 9.46-49).
Ironicamente João estava agindo como os escribas que anterior-mente se opuseram a Jesus apesar da evidência da ação do Espírito Santo na realização de exorcismos (Marcos 3.22). Agora ele se opunha a um homem que tinha evidência de ter fé em Jesus e que estava fazendo o que alguns apóstolos não tinham conseguido um pouco antes (Marcos 9.18,28).
O Mestre ensinou que o comportamento de João, que representava o dos doze, era errado (Marcos 9.39-40). “Quem não é contra nós, é por nós” diz Jesus. Se aquele exorcista usava o nome de Jesus, deveria ter sido considerado como amigo por João e não como inimigo ou concorrente. Os discípulos de Cristo não precisam tomar “posições” com respeito aos homens; os homens é que precisam tomar uma posição com respeito a Jesus. O sentimento de rivalidade e de competição não é compatível com o caráter de servo que Jesus ensinou aos seus seguidores. Ser seguidor de Jesus é aprender a reconhecer que nem tudo tem de ser feito a nosso modo. Se o exorcista estava a favor de Jesus, deveria ser incentivado e não criticado; deveria, se necessário, ser instruído com maior exatidão sobre o caminho do Senhor (Atos 18.24-19-7). Ele não era como os sete filhos de Ceva (Atos 19.13-16), mas parecia ser alguém com uma boa atitude espiritual.
Este texto tem sido usado para ensinar que não importa a doutrina que alguém prega, desde que fale de Jesus: uma espécie de relativismo espiritual, onde um espírito meio ecumênico e meio eclético é transportado ao texto bíblico. Dizem: “Não importa se ele está pregando certo ou errado, mas se está falando de Jesus, devemos considerá-lo como irmão”. Este modo de pensar é incentivado pelas Bíblias onde este texto recebe o título: “Jesus ensina tolerância e caridade”. O texto não ensina nada disto! Ensina que devemos saber reconhecer apoio a Cristo e fé nele, mesmo quando a pessoa não é claramente identificada com Jesus. É um texto que manda abrir os olhos para ver o apoio à causa de Cristo e não um texto que manda fechá-los ao desvio da verdade. Nada podia ser declarado sobre a salvação deste exorcista (Mateus 7.21-23), nem ainda sobre todos os seus motivos interiores (Filipenses 1.15-18). De qualquer forma, ele não era neutro em relação a Jesus, mas estava do lado dele, pois “quem não está contra, está a favor” e vai evidenciar este fato com atos de verdadeira fé (Marcos 9.41).

APLICAÇÃO

Estes dois provérbios ensinam verdades que a igreja e os cristãos precisam fixar em suas mentes:
1. É impossível ficar neutro com relação a Jesus. Se não cooperamos com a obra de Cristo, estamos a obstruí-la. Se cooperamos com a obra de Cristo, esta cooperação deve ser real e completa. O grande erro de Pôncio Pilatos foi o de não querer se envolver com Jesus. Ele tentou lavar as mãos e, neste ato onde buscava neutralidade, acabou por tornar-se culpado da maior injustiça da história humana (Mateus 27.24). Pilatos optou pelo cômodo recurso da neutralidade quando deveria ter absolvido Jesus, se o considerasse inocente, ou mandá-lo matar, se o encontrasse culpado. É impossível ficar neutro em relação a Jesus. No mesmo erro incorreu o grande rabino Gamaliel (Atos 5.33-42). Embora sua intervenção salvasse os apóstolos de morte certa, seu parecer não é verdadeiro. Seu conselho foi que deixassem o tempo passar, para saber se aquele movimento era de Deus ou não. Mas o fato é que Gamaliel e o Sinédrio não podiam deixar o tempo julgar assuntos sobre os quais eles precisavam tomar uma decisão pessoal e também uma decisão a nível jurídico para a nação. Deixar o tempo passar impede pessoas de se converterem a Jesus. Além disso, há muitos erros que duram muito tempo, fazendo-nos pensar, pelo parecer de Gamaliel, que são coisas certas. Não é possível ficar neutro: ou Jesus é o Senhor ou é um terrível embusteiro. Não há comodidade aqui; não há neutralidade.
2. Precisamos reconhecer o apoio à causa de Cristo nos outros. Marcos 9.38-41 e Lucas 9.49-50 não nos ensinam tolerância para com o erro doutrinário, mas sim visão e sensibilidade para reconhecermos aliados na luta contra o mal. Quando percebemos que alguém está tentando cooperar com Cristo. devemos aproximar-nos dele como amigos e, se necessário, ajudá-lo a ser mais fiel a Jesus. Devemos chamar homens a Jesus e não afastá-los dele.
3. Devemos ser rigorosos conosco e flexíveis com os outros. Os textos de Marcos 9.40 e Lucas 9.50 (“quem não é contra nós, é por nós”) devem ser nosso critério para observação dos outros. Mateus 12.30 e Lucas 11.23 (“quem não é por mim, é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha”) deve ser nosso critério de auto-análise. Foi assim que Jesus usou estes diferentes ditados: seja rigoroso ao julgar a si mesmo e seja cuidadoso ao julgar o próximo.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

NO DIA DA TUA ANGÚSTIA!

 
Na vida inevitavelmente passamos por momentos de angustia e solidão e tristeza, dificilmente encontramos afago e consolo, chega parecer que estamos sozinhos esquecidos, e sentimentos agonizantes tende a tomar conta de nosso interior, somos fragilizados pelo desânimo e as esperanças chegam a desfalecer em entre meio o rio de lágrimas que permeiam de nossos olhos enrubescidos pela tristeza.

Quando passamos por essas tormentas não podemos é perder a esperança, que por pequena que ainda seja se desfalecer, devemos reagir mesmo que nossa força seja pequena, precisamos nos fortalecer – [Pv 24:10: Se te mostras fraco no dia da angústia, a tua força é pequena]. Se você se sente ou possa estar passando por momentos como estes saiba que é possível mudar todo esse quadro agonizante.

Antes de tudo, não te mostre fraco diante de momentos de angustia, veja o que nosso Deus diz no – [Sl 50.15 E invoca-me no dia da angústia, eu te livrarei, e tu me glorificarás.]

Nosso Deus tem refugio e amparo para todos que nele confiam e livramento para todos que o invocar – [Salmos 46v. 1 Deus é o nosso refugio e fortaleza, socorro bem presente na angustia.]

O Senhor nos proporciona alivio e força nos momentos difíceis, ele é o nosso refugio e fortaleza, uma proteção no dia da angustia, por isso não poderia existir um auxilio melhor que o próprio Senhor! Não chore por amigos não estarem presente em suas aflições, Ezequias quando esteve doente de uma chaga mortal, foi avisado pelo profeta Isaias da parte do Senhor, que colocasse sua casa em ordem, que morreria - Assim diz o Senhor: põe em ordem a tua casa, porque morrerás e não viverás” (Isaías 38:1)

Imagine como Ezequias não se sentiu - doente de uma chaga maligna, a Bíblia não fala, mas poderia ser um câncer, e acredito que  ele ainda tinha muitas esperanças de viver, e de repente chega um homem de Deus e diz; tu morreras Ezequias! Assim diz o Senhor teu Deus! Penso eu que era tudo que este Rei não esperava ouvir nas condições que ele se encontrava, imagine você deitado em um leito enfermo, e recebe essa triste noticia de um médico, acredito que isso acontece todos os dias, mas Ezequias surpreendentemente, se mostrou forte e não temeu a morte, ele confiou no Senhor -II Reis 20:3  Ezequias,  volta-se conta a parede, e clama ao Senhor: "Andei fielmente diante de Ti, fazendo o que era agradável a Teus olhos!" E chora.

Você tem se permitido chorar?
As lagrimas e o choro e a oração de Ezquias, foram ouvidas pelo Senhor - II Reis 20:5 Volta, e dize a Ezequias, capitão do meu povo: Assim diz o SENHOR, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração, e vi as tuas lágrimas; eis que eu te sararei!

Muitas vezes o que nos falta, é chorar nos pés de Deus, é nos derramar diante do Senhor que é o único que pode nos curar, libertar, restaurar, e nos devolver até mesmo a vida para que nós o glorificarmos e reconhecermos que somos totalmente dependentes de Deus, e não das circunstâncias por piores que sejam.

O exemplo de Ezequias nos prova que nunca estamos sozinhos, nos prova que Deus sempre ouve nossas suplicas, e que mais que ouvir e ver, Deus muda toda nossa historia, e nos da uma nova chance para colocarmos nossa casa em ordem – Nossa Vida Em Ordem!

Não deixe a agonia, o desânimo, e tudo que pode te abater ser mais forte do que sua fé em Deus, e nem calar o seu clamor sua oração, não perca as esperanças, pois Deus quer te colocar em lugares altos, e alongar os teus dias de vida com dias de felicidade, e o cercando com benções que não poderão se contar confie no Senhor, lembre-se, confiar em DEUS é a certeza que Deus fará mesmo que tarde, mas ELE não faltara, na verdade Deus nunca tardo, nós que o buscamos na maioria das vezes quando se esgota toda esperança, mas mesmo que sua esperança esteja esgotada te digo ainda – Há esperança para a árvore, pois, mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e no chão morrer o seu tronco,ao cheiro das águas brotará e dará ramos como a planta nova. Jó 14:7-9.

Senhor, meu Deus, soberano Pai, rogo a Ti pelas vidas dos que se encontram sem esperança, Ó Pai querido que Senhor com teu amor e misericórdia, possas estar repousando o renovo na vida destes, renovando e restaurando as esperanças perdidas, para que teu Santo nome seja enaltecido e exaltado em nome de nosso Senhor Jesus, amém.

No amor de Cristo vosso conservo Falbo
Autor: Roberto Falbo
VIA: http://www.amigodecristo.com/

sábado, 9 de abril de 2011

NOTA DE FALECIMENTO


Faleceu na Igreja dos Negligentes e Frios na Fé, dona Reunião de Oração, que já estava enferma desde os primeiros séculos da Era Cristã. Foi proprietária de grandes avivamentos bíblicos e de grande poder e influência no passado. Os médicos atestaram que sua doença foi motiva pela Frieza de Coração, devido à falta de circulação do sangue da Fé. Constataram ainda: dureza de joelhos - não dobravam mais - fraqueza de ânimo, muita falta de boa vontade e de leitura bíblica.

Foi medicada, mas erradamente, pois lhe deram grandes doses de Administração de Empresa, xarope de Reuniões Sociais, injeções de Competições Esportivas, o que provocou intoxicação e má circulação nas amizades, trazendo ainda, os males da carne, como rivalidades e ciúmes, principalmente entre os jovens. Administraram-lhe muitos Acampamentos, comprimidos de Clube de Campo, e até cápsulas de Gincana e Maratona lhe deram para tomar. Resultado: morreu dona Reunião de Oração. A autópsia revelou falta de alimentação do Pão da Vida, carência de Água Viva e ausência de vida espiritual.

Em sua memória, a Igreja dos Negligentes, situada na rua do Mundanismo, nº 666, estará fechada às quartas e quintas, e aos domingos haverá cultos só pela manhã, assim mesmo quando não chover e quando não houver feriados emendando o lazer de sexta e segunda-feira.

Uma pergunta: Será que o irmão não ajudou a matar a dona Reunião de Oração?

(Revista A Seara) / VIA PÁGINAS ILUSTRADAS

O QUE VOCÊ FARIA???

sexta-feira, 8 de abril de 2011

FELICIDADE É...



Felicidade é ser útil e ter o que fazer na vida!
Felicidade é servir ao outro.
"Patrícia Fonseca"


"Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos."
[Evangelho de São Marcos,capítulo 10,versículo 45]

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quinta-feira, 31 de março de 2011

COMO MORREU JUDAS ISCARIOTES?


Sempre ouvimos falar que Judas Iscariotes foi e se enforcou; que está correto, mais a Palavra do Senhor, a Bíblia diz algo mais sobre a sua morte, que foi terrível observe.

Lc 22:3 “Entrou, porém, Satanás em Judas, que tinha por sobrenome Iscariotes, o qual era do número dos doze.”

Mt 27:3 “Então Judas, o que o traíra, vendo que fora condenado, trouxe, arrependido, as trinta moedas de prata aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos,”

Mt 27:5 “E ele, atirando para o templo as moedas de prata, retirou-se e foi-se enforcar.”

At 1:18 e 19 “Ora, este adquiriu um campo com o galardão da iniqüidade; e, precipitando-se, rebentou pelo meio, e todas as suas entranhas se derramaram. E foi notório a todos os que habitam em Jerusalém; de maneira que na sua própria língua esse campo se chama Aceldama, isto é, Campo de Sangue.”

Fonte: Virtude Cristã