terça-feira, 26 de abril de 2011

O cristão deve presentear com ovos de páscoa?


Já havia escrito uma página inteira sobre o assunto quando decidi apagar tudo e fazer uma nova abordagem. Cheguei à conclusão de que, se muitos artigos já abordam o significado da páscoa com base em Êxodo 12, seria mais útil escrever algo sobre dar ou não ovos de chocolate de presente.
Em Filipenses 4:5 recebemos o seguinte conselho: “Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor.” Paulo diz que Jesus está voltando e que uma das maneiras de testemunharmos às outras pessoas sobre Ele é sendo moderados em tudo o que fazemos. Por isso, acredito que esse versículo precisa ser levado em conta nesse tipo de resposta que pretendo dar no artigo.
Sabemos que os ovos de chocolate são usados para sustentar a máquina capitalista.  Todavia, não acredito que isso seja um bom argumento para proibirmos uma simples manifestação de apreço por um filho ou amigo. Afinal, o capitalismo também é sustentado com os computadores e roupas que compramos – e com uma infinidade de outros produtos dos quais fazemos uso. Portanto, deixamos de lado esse argumento.
Também há a questão do cuidado com nossa saúde, que não deve ser passada por alto. Nossa alimentação precisa ser saudável e precisamos nos esforçar para atingirmos essa meta, pois, através de nossa alimentação Deus é glorificado (1Co 10:31). Além disso, com um corpo e uma mente saudável podemos nos comunicar melhor com o Espírito Santo.
O ideal é que nenhum de nós coma qualquer tipo de doce, porém, nem todos têm a mesma facilidade para tomar tal decisão. Por isso, precisamos ter paciência com as pessoas que estão no processo de crescimento. Cada um deve decidir por si quando será o tempo ideal para não comer doce algum.
Alguns farão total abstinência, enquanto que outros usarão doces (incluindo chocolates) em pouca quantidade. Os dois grupos precisam ser respeitados. Afinal, o cristão tem que olhar para a sua própria vida e não para o prato dos outros.
Certo é que, depois de receber algumas manifestações sobre o assunto cheguei à conclusão de que faz menos mal dar um presentinho de páscoa do que encher a boca de críticas e despejar tudo nos outros…
Se Jesus Cristo for o primeiro em nossas vidas, aprenderemos a ser tolerantes com os demais e moderados em nossas opiniões. Encontraremos o equilíbrio necessário para vivermos o cristianismo sem desanimar os outros com atitudes extremistas que não levam a nada.
Desse modo, mesmo que o sacrifício de Cristo por nós deva ser lembrado todos os dias, não deixe a páscoa passar em branco. Poderá usar esse momento para falar ao coração das pessoas que o personagem central do período pascal é o Salvador. Esse é um momento do ano em que todos estão mais sensíveis (assim como no Natal) e não deveríamos perder a oportunidade.
Também não diga aos seus filhos que ganhar um ovinho de páscoa “é algo pagão”. Respeite a sensibilidade das crianças e ensine-as a viver com moderação em tudo aquilo que fazem, para que na fase adulta reflitam melhor o caráter de Deus.
E, não se esqueça de ensinar às crianças que a melhor maneira de celebrarmos a páscoa é participarmos da Santa Ceia (Jo 13; 1Co 11:17-34), como estabelecida pelo Senhor: com a presença do pão sem fermento (símbolo do corpo de Cristo sem pecado), do vinho sem álcool (símbolo do perfeito sangue de Cristo derramado na cruz) e do Lava-pés (símbolo de humildade e de reconhecimento do valor de nosso irmão na fé).
Fale a elas que, quando tiverem idade suficiente para compreenderem melhor o que Jesus fez por cada ser humano, poderão participar da Ceia, até o dia em que Jesus voltará para nos buscar e levar-nos para o lar eterno que Deus preparou para aqueles que O amam:
 “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.” (1Co 11:26)

Se quiser saber algo mais sobre a origem da páscoa, recomendo a leitura do artigo disponibilizado pelo amigo e pastor Valdeci Júnior no site http://www.nasaladopastor.com/ Lá poderá encontrar também outras respostas dele sobre a páscoa.
Um abraço a todos!
Fonte: Na Mira da Verdade

Mãe sacrifica a própria vida por filho em gestação

Mãe sacrifica a própria vida por filho em gestação
Em agosto do ano passado Jessica Council — uma bela mulher de 30 anos de idade, mãe de um filho — notou que estava com dor na garganta. Mais ou menos na mesma época, ela começou também a suspeitar que estivesse grávida.

Jessica e Clint Council com seu filho

Quando depois de duas semanas a dor de garganta não havia sumido, Jessica decidiu fazer um exame médico. O médico dela lhe disse que provavelmente era algum problema de aumento da tiroide, e que em análise final não era nada com que se preocupar muito. Só para se certificar, porém, ele realizou um teste, que ele disse confirmou suas suspeitas iniciais. Tudo ficaria bem, disse ele.

Mas tudo não estava bem. O médico interpretou mal o teste.
Em 15 de novembro, Jessica começou a ter dificuldades para respirar. Em 21 de novembro ela foi parar na sala de emergência de um hospital. Então, em 22 de novembro, sua garganta se fechou tão estreitamente que ela não conseguia respirar, mas nesse ponto os médicos deram um jeito de introduzir uma sonda na garganta dela, e a colocaram numa máquina de respiração artificial.

No dia seguinte, 23 de novembro, Jessica foi informada de que estava com câncer. Naquela altura, ela também sabia com certeza que estava grávida.
Assim começou uma jornada que imporia o teste máximo à fé e convicções pró-vida de Jessica e seu marido, Clint.

“Valeu cada dia”
Jessica e Clint se conheceram na Universidade Greenville, [uma instituição evangélica de ensino]. Numa entrevista longa para LifeSiteNews.com, Clint disse que ele havia descoberto a deslumbrante ruivinha sentada um dia no refeitório da universidade, e perguntou se ele podia se juntar a ela. Ela recusou. Mas Clint não desistiu.

Aliás, somente depois de um ano e meio de amolações de Clint Jessica concordou em sair para um encontro; o casal se casou dois anos e meio depois disso. “Suponho que entendemos quando chega a hora do casamento”, disse ele. “Eu tive de lutar muito por ela, mas valeu cada dia”.

O casal mudou para Traveler’s Rest, na Carolina do Sul, onde tiveram um filho e trabalhavam como mentores de adolescentes numa instituição evangélica de caridade. A vida era boa: eles eram jovens, apaixonados, saudáveis e gozando a vida.

Clint aponta para o fato de que sua esposa sempre cuidava meticulosamente de si mesma. “Ela tinha sempre sido extremamente, extremamente saudável”, disse ele. “Ela tomava muito cuidado com o que comia. Ela procurava honrar a Deus com seu corpo. Ela fazia exercícios regularmente”.

Por esse motivo, a última coisa que um deles esperava era o câncer que ocorreu em agosto passado.

Sem mais opções
Clint descreve a reação de sua esposa à notícia do câncer na garganta dela como “um misto de medo e surpresa”. Quanto a si mesmo, ele diz que sentiu “praticamente todas as emoções que dá para se pensar… exceto alegria. Eu me sentia como se tivesse sofrido amputação de todos os membros”.

Jessica Council

Mas, é claro, Jessica não era a única ameaçada pelo câncer: ela estava grávida, e qualquer tratamento que ela fizesse quase que certamente prejudicaria, e possivelmente até mataria, seu bebê em gestação.

Em 25 de novembro, o obstetra do hospital ofereceu a realização de um aborto para o casal. Clint diz que Jessica nunca hesitou. “Isso nunca foi uma opção”, disse ele. “Isso era muito claro para nós”.

Mas o que era menos claro era se ou não aceitar os tratamentos: embora o oncologista tivesse dito que a quimioterapia provavelmente mataria o bebê, o obstetra discordou, dizendo que o bebê provavelmente sobreviveria, mas sofreria danos cerebrais.

“Jessica olhou para mim, e levou alguns segundos para ela”, diz Clint, “e ela balançou a cabeça e disse ‘não’”. Ela também recusou terapia de radiação por causa de riscos semelhantes.

“Nós realmente não tínhamos muitas opções de tratamento depois disso”, disse Clint, apontando que a cirurgia jamais foi uma opção por causa do local onde o câncer estava.

“Ela não despertou”
A questão do tratamento surgiu de novo quando o bebê alcançou o terceiro trimestre. Naquele ponto, diz Clint, a decisão era muito mais difícil, com os médicos afirmando que os riscos eram mínimos porque o bebê já estava quase inteiramente desenvolvido.

Entretanto, Jessica ainda recusava os tratamentos por amor ao seu bebê em gestação — uma decisão que Clint diz deixou os médicos dela “muito confusos”.

Clint conta em segredo que nem ele nem sua esposa sentiam que os médicos estavam sendo completamente francos acerca dos riscos. Mas ele também diz que sua esposa tinha outra razão para recusar os tratamentos.

“Ela sabia que de todo jeito ia morrer”, diz ele. “Ela só falou isso comigo pouco antes de morrer… Mas eu acho que ela sabia, e ela estava pensando em dar a este bebê toda chance que ela pudesse”.

Embora o casal tivesse tido algum sucesso com métodos alternativos para deter o crescimento do câncer, inclusive uma dieta rigorosa de sucos de verduras orgânicas e suplementos, sem tratamentos mais agressivos era só uma questão de tempos antes que o câncer prevalecesse.

Um milagre de 23 semanas
Na noite de 5 de fevereiro, Jessica foi dormir com dor de cabeça e náusea. “Ela não acordou”, diz Clint.

No dia seguinte o hospital declarou Jessica cerebralmente morta, e Clint deu aos médicos o sinal verde para fazer o parto cesáreo. Em 6 de fevereiro, o pequeno “Jessi” nasceu, pesando 535 g.

Os médicos haviam pensado que Jessica estava com 25 semanas de gravidez, mas depois que fizeram o parto eles perceberam que ela provavelmente estava com uma gravidez de apenas 23 semanas e meia — o limite absoluto da viabilidade.

“Só posso testificar acerca da graça de Deus nisso, pois Jessica morreu no momento exato em que o bebê estava viável para viver fora do útero”, diz Clint. Os médicos dizem que o bebê Jessi está indo bem.

“Emocionalmente brutal”
Clint descreve a experiência toda como “emocionalmente brutal”, e confessa que apesar de suas firmes convicções cristãs e pró-vida, foi a vereda mais sofrida que ele e sua esposa tiveram de trilhar.

“Sim, eu realmente lutei”, diz ele, “porque na Bíblia a única pessoa que temos ordem de amar mais do que a mim mesmo, essa era ela. Eu realmente lutei”.
“Às vezes é mais fácil ser altruísta com qualquer coisa que nos acontece”, ele aponta, “mas quando atinge com a perda da pessoa que você mais ama, é muito difícil”.

Foi também difícil para seu filho de dois anos e meio. Clint reconta que depois que Jessica foi internada, seu filho não pôde vê-la durante um mês, e durante esse tempo ele não queria nem mesmo olhar ou falar com seu pai. Mas depois que ele pôde visitar sua mãe, “ele começou a agir melhor”, diz Clint.

Depois da morte de Jessica o menino sofreu um período de aguda “ansiedade de separação”, embora seu pai dissesse que ele começou a se ajustar.

Quanto ao próprio Clint, mal se passaram dois meses após a morte de sua esposa, ele diz que está fazendo tudo como se estivesse em piloto automático, permanecendo ocupado com o trabalho e cuidando de seus dois filhos.

Nesse ponto ele faz uma pausa. “Vou ser muito franco”, diz ele, notando que ele quer fazer tudo o que puder para ajudar outros que podem estar em situação semelhante. “No primeiro mês, eu não conseguia — e quero dizer isso como numa incapacidade literal — eu não conseguia ler minha Bíblia, eu não conseguia orar”.

Ele descreve o sentimento como parecido ao de uma criança que está sendo disciplinada pelo pai: “Muito embora eu soubesse cognitivamente que o relacionamento estava ali, eu sabia que [Deus] me amava, eu aceitei essas coisas de um ponto-de-vista mental. Eu não sentia nada, espiritualmente. E não é sobre os sentimentos, mas a alegria em Deus havia desaparecido completamente de mim por um mês. Eu estava levando a vida exclusivamente com base no que eu sabia era verdade de um ponto-de-vista mental”.

Ele diz que agora, porém, avançou para além dessa primeira fase, e começou a orar de novo, inclusive por outras pessoas.

Apesar disso, ele diz que chegará provavelmente um tempo em que ele terá de deixar tudo, e fazer um luto apropriado pela perda de sua esposa.

“Deus seja louvado”
Muito embora o cansaço e o sofrimento sejam palpáveis na voz de Clint, ao falar com ele dá para se detectar algo mais também — uma profunda resignação nascida não do desespero, mas de uma fé autêntica e enraizada que aceita que esse sofrimento teve em análise final um significado, e que há tragédias piores até mesmo do que a morte.

Numa nota escrita menos de duas semanas depois da morte de Jessica, e postada num blog sobre a luta dela contra o câncer, Clint escreveu as últimas palavras que muitos esperariam ouvir de um homem que acabou de perder uma jovem esposa a quem ele muito amava.

“Que Deus seja louvado, meus amigos”, disse ele. “Não duvidem de Deus; não se irem contra Ele por mim. Tive o privilégio de ter tido uma esposa que estava cheia do amor do Pai. Regozijem-se comigo, irmãos e irmãs. Deus abençoou Jessica ao levá-la para um lugar de perfeita paz e sem dor. Devo ser grato pelo tempo que tive com ela em vez de ser ingrato por todas as coisas que nunca pudemos fazer juntos. Devemos dar graças em todas as coisas pois essa é a vontade de Deus em Jesus Cristo.
“Graça e Paz para todos”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com 
Para cópia deste conteúdo, é obrigatória a publicação integral do texto e a divulgação do link www.amigodecristo.com

Marcha para Jesus na Paraíba Evangélico e Católicos juntos

            
                                                                                             

Além do apoio de diversas igrejas evangélicas da Capital, o evento também é apoiado oficialmente pelo Arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto 

Promover a integração das famílias para uma consciência voltada para a paz, o amor e a vida, como também conscientizar a população e autoridades sobre a importância de políticas públicas contra as drogas. Estes são os objetivos da Marcha para Jesus 2011, que será realizada pela Associação dos Pastores Evangélicos da Paraíba (Apep) no dia 30 de abril, a partir das 14h, com concentração em frente ao Moriah Shopping, na Av. Epitácio Pessoa.

A Marcha é um dos eventos evangélicos de maior repercussão no Estado e esse ano tem como tema “O grande barato é viver sem drogas”. Além do apoio de diversas igrejas evangélicas da Capital, o evento também é apoiado oficialmente pelo Arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto. A estimativa é que 50 mil pessoas tomem as ruas da cidade.

Os participantes seguem da concentração ao som de quatro trios elétricos até o Busto de Tamandaré. Além de diversas bandas evangélicas, as grandes atrações da festa serão Carlinhos Félix e o grupo paulista PG e banda. De acordo com o presidente da Apep, Pastor João Pereira Gomes Filho, “um evento como esse é de suma importância, pois mostra que estamos ganhando mais espaço na sociedade. Vale salientar que a Marcha pra Jesus também é lei e a Prefeitura Municipal de João Pessoa disponibiliza recursos financeiros todo ano para a realização desse movimento”.

A Marcha é internacionalmente conhecida e ocorre anualmente em diversas cidades do país, sem distinção de religião. Já estão confirmadas as presenças do prefeito da Capital, Luciano Agra, da primeira-dama do Estado e madrinha do Programa Estadual de Política sobre Drogas, Pâmela Bório, do arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto, além de diversas autoridades políticas e religiosas do estado.
Fonte: Paraíba
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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Afetividade, expressão de amor ou boiolice?

 
 
“E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” Mateus 3.17

Existe demonstração de amor maior que essa? Alguém manifestar dos céus seu amor para que todo mundo ouça? Hoje em dia a igreja está carente de afetividade. Demonstrações de carinho.

Os apóstolos se tratavam com ósculo santo (beijo) e recomendavam que todos fizessem o mesmo! “Saudai-vos uns aos outros com santo ósculo. As igrejas de Cristo vos saúdam.” Romanos 16.16. Porque hoje em dia não nos tratamos assim? Por que vivemos inseridos numa sociedade machista onde homem não pode demonstrar carinho por outro homem senão é taxado de boiola.

As mulheres têm mais facilidade de trocar o ósculo. Porque são vistas pela nossa sociedade como sexo frágil. Mas a mulher é o sexo frágil? Claro que não.
A mulher resiste mais a dor;
A mulher é emocionalmente mais forte; vide término de relação;
A mulher é mais astuta que o homem;
A mulher é mais observadora nos pequenos detalhes; E os pequenos detalhes fazem a diferença;
A mulher virou o jogo com relação ao mercado de trabalho.

Os homens precisam ser mais afetivos com as mulheres
Precisam dar mais carinho;
Precisam ser mais atenciosos as necessidades da mulher;
Precisam ser mais sensíveis;
Precisam fazer alguns programas que não gostam com a mulher;
Precisa entender que a afetividade é mais que sexo;

As mulheres precisam ser mais afetivas com os homens
Precisam ser mais chameguentas sem ser grudentas;
Precisam ser mais maleáveis com algumas questões (toalha em cima da cama...);
Precisam ser mais atenciosas a algumas necessidades dos homens;
Precisam conversar de algo que não seja maquiagem, como aquela mulher está vestida, como foi a novela ontem;
Precisam entender que afetividade também é sexo.

Os crentes precisam ser mais afetivos uns com os outros. Precisam exercitar mais a comunhão (sair mais, comemorar mais, estar mais juntos) Precisam exercitar o discipulado em amor (tirar um tempo do seu dia pra ouvir o outro). Precisam ser mais maleáveis e menos legalistas. Precisam exercitar mais a misericórdia do que o juízo. Precisam entender que afetividade é mais que um aperto de mão ou um elogio mas que elogiar e abraçar é essencial e talvez seja o começo de uma relação de afetividade. Precisam entender que é preciso edificar sempre.

Enfim, precisamos aprender a viver respeitando os limites do outro, mas sendo sempre afetivos. Tem gente que não gosta muito de contato físico, mas que não despreza um e-mail carinhoso, ou uma mensagem no Orkut.

Afetividade também pode ser virtual. Mas é importante que ela seja muito, mas muito real. Com abraços, beijos, companheirismo, vontade de estar junto, desejo de que o outro esteja bem, compreensão, etc...

Sejamos afetivos como Jesus que:
Se sentou com publicanos e teve prazer em comer com eles.
Andou com prostitutas, e lhes deu o carinho que nenhum dos que as usavam pode dar.
Se sentou a mesa pra ceiar com os amigos e com um inimigo indistintamente.
Recebeu mulheres como adoradoras numa cultura onde mulher nem tinha alma.

Que possamos dizer do nosso irmão:
Esse é o meu irmão amado em que minha alma se compraz!

E no mais, tudo na mais santa paz!

 
“E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” Mateus 3.17

Existe demonstração de amor maior que essa? Alguém manifestar dos céus seu amor para que todo mundo ouça? Hoje em dia a igreja está carente de afetividade. Demonstrações de carinho.

Os apóstolos se tratavam com ósculo santo (beijo) e recomendavam que todos fizessem o mesmo! “Saudai-vos uns aos outros com santo ósculo. As igrejas de Cristo vos saúdam.” Romanos 16.16. Porque hoje em dia não nos tratamos assim? Por que vivemos inseridos numa sociedade machista onde homem não pode demonstrar carinho por outro homem senão é taxado de boiola.

As mulheres têm mais facilidade de trocar o ósculo. Porque são vistas pela nossa sociedade como sexo frágil. Mas a mulher é o sexo frágil? Claro que não.
A mulher resiste mais a dor;
A mulher é emocionalmente mais forte; vide término de relação;
A mulher é mais astuta que o homem;
A mulher é mais observadora nos pequenos detalhes; E os pequenos detalhes fazem a diferença;
A mulher virou o jogo com relação ao mercado de trabalho.

Os homens precisam ser mais afetivos com as mulheres
Precisam dar mais carinho;
Precisam ser mais atenciosos as necessidades da mulher;
Precisam ser mais sensíveis;
Precisam fazer alguns programas que não gostam com a mulher;
Precisa entender que a afetividade é mais que sexo;

As mulheres precisam ser mais afetivas com os homens
Precisam ser mais chameguentas sem ser grudentas;
Precisam ser mais maleáveis com algumas questões (toalha em cima da cama...);
Precisam ser mais atenciosas a algumas necessidades dos homens;
Precisam conversar de algo que não seja maquiagem, como aquela mulher está vestida, como foi a novela ontem;
Precisam entender que afetividade também é sexo.

Os crentes precisam ser mais afetivos uns com os outros. Precisam exercitar mais a comunhão (sair mais, comemorar mais, estar mais juntos) Precisam exercitar o discipulado em amor (tirar um tempo do seu dia pra ouvir o outro). Precisam ser mais maleáveis e menos legalistas. Precisam exercitar mais a misericórdia do que o juízo. Precisam entender que afetividade é mais que um aperto de mão ou um elogio mas que elogiar e abraçar é essencial e talvez seja o começo de uma relação de afetividade. Precisam entender que é preciso edificar sempre.

Enfim, precisamos aprender a viver respeitando os limites do outro, mas sendo sempre afetivos. Tem gente que não gosta muito de contato físico, mas que não despreza um e-mail carinhoso, ou uma mensagem no Orkut.

Afetividade também pode ser virtual. Mas é importante que ela seja muito, mas muito real. Com abraços, beijos, companheirismo, vontade de estar junto, desejo de que o outro esteja bem, compreensão, etc...

Sejamos afetivos como Jesus que:
Se sentou com publicanos e teve prazer em comer com eles.
Andou com prostitutas, e lhes deu o carinho que nenhum dos que as usavam pode dar.
Se sentou a mesa pra ceiar com os amigos e com um inimigo indistintamente.
Recebeu mulheres como adoradoras numa cultura onde mulher nem tinha alma.

Que possamos dizer do nosso irmão:
Esse é o meu irmão amado em que minha alma se compraz!

E no mais, tudo na mais santa paz! 
 

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O VERDADEIRO SENTIDO DA PÁSCOA


O Verdadeiro Sentido da Páscoa


         O maior motivo de comemoração para os cristãos é o dia em que seus pecados foram perdoados, o dia em que o homem foi comprado por um preço muito alto e esse preço foi a vida do próprio filho de Deus, que morreu para que todos pudessem ter vida eterna através dEle. Ele morreu, mas também ressuscitou, e esse é o nosso maior motivo de orgulho.
         A Páscoa, o feriado onde todos nós deveríamos celebrar com júbilo e regozijo a Graça do Senhor Jesus, tem perdido o sentido ao longo dos anos. Fiquei muito triste quando um dia, ao conversar com uma criancinha de 8 anos, ao perguntá-la qual era o sentido da Páscoa ela ter me dito que era o dia em que deveríamos ficar esperando o "coelhinho da páscoa" para comer os "ovos de páscoa". Aquilo atingiu o meu peito como uma flecha, pois desde muito pequena ela sempre freqüentou a Escola Bíblica Dominical e ficou muito surpresa quando eu lhe disse o que era realmente a Páscoa, então resolvi continuar a pesquisar, vi que apenas 2 em 10 crianças, filhas de Evangélicos, sabem qual é o verdadeiro sentido da Páscoa, mas de quem é o erro? De nós mesmos.
         Quem nunca deu um "ovo de páscoa" para o seu filho? Ou ainda, que nunca fez seu filho no domingo de Páscoa acordar bem cedo para procurar os ovinhos que o coelhinho deixou???
         Como? O coelho nem ao mesmo coloca ovos! Nas escolas, as professoras fazem uma festinha explicando o sentido da Páscoa, dizendo que é por causa de Jesus que nós a comemoramos ou vestem as crianças de coellhinho e distribuem ovos de chocolate? O ensinamento que deveria ser dado na Páscoa é dado no Natal, ou melhor, na farsa do Natal (Leia "A Pura Verdade Sobre O Natal"). Outro meio que serve para massificar a idéia do "coelhinho da Páscoa" na mente das crianças é a TV, as propagandas que falam sobre os ovos de páscoa e usam a imagem de um coelhinho "fabricando os ovos".
         Muitas outras coisas ainda ajudam a esconder a maravilhosa verdade sobre a Páscoa das crianças: Outdoors, Cartazes, encartes nos jornais de domingo etc.
         Leia com atenção o texto abaixo da The Grolier Multimedia Encyclopedia 1997, que fala sobre a Páscoa:
"De acordo com The Venerable Bede, o nome da Páscoa (em inglês Easter) é derivado do festival pagão da primavera, da deusa anglo-saxã Eostre, e muitos costumes folclóricos associados com a páscoa (por exemplo, ovos de páscoa), são de origem pagã.
O dia de Páscoa é atualmente determinado pelo primeiro domingo após a lua cheia em/ou após 21 de março. As Igrejas Ortodoxas Orientais, contudo, preferem seguir o Juliano ao Calendário Gregoriano, então sua celebração cai normalmente algumas semanas depois da Páscoa Ocidental. A Páscoa é precedida pelo período de preparação chamado de Quaresma." (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Trexo traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade).

        Em que caminho estamos educando as nossas crianças? No cristianismo ou no paganismo? Estamos cumprindo a palavra de Deus? Veja o que ela diz:
"Portanto, assim como recebestes a Cristo Jesus, o Senhor, assim também nele andai, arraigados e edificados nele, e confirmados na fé, assim como fostes ensinados, abundando em ação de graças." (Colossenses 2:6-7)

" Porque, desde a infância sabes as sagradas letras, que podem necessitais de que se vos torne a ensinar os princípios elementares dos oráculos de Deus, e vos haveis feito tais que precisais de leite, e não de alimento sólido." (Hebreus 5:12)

"O qual nós anunciamos, admoestando a todo homem, e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo" (colossenses 1:28)

        Devemos prestar mais atenção em pequenos detalhes que podem se transformar em uma bola de neve no futuro, afetando na vida espiritual e devocional de nossos filhos. Pense Nisso.

Autor: Irlan de Alvarenga Cidade
Via/Estudos Gospel
FONTE: AMIGO DE CRISTO