segunda-feira, 31 de outubro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
"Deus me livre" chega às telonas para ironizar o comércio de coisas santas feito por televangelistas

Dios me libre: Filme chileno zomba dos métodos de arrecadação da Igreja Universal
O filme “Deus me Livre” [Dios me libre] estreia essa semana nos cinemas do Chile fazendo uma sátira com a Igreja Universal do Reino de Deus
e com a forma como eles arrecadam dinheiro dos fiéis. A trama mostra
como dois primos abrem uma igreja e passam a fazer muito sucesso com
esse “novo negócio”.Os criadores da obra confirmam que o filme é uma crítica à igreja “Pare de Sofrer” e dizem que esses brasileiros [os líderes da IURD] são espertos em inventar artigos supostamente divinos, e também é uma crítica a todos os televangelistas.
“[o filme] Está inspirado nos televangelistas em geral, mas claramente na Igreja Universal do Reino de Deus que são como os mestres. Pare de sofrer é um programa da igreja, são brasileiros. No Brasil são um império. Nesse programa vendem a armadura de Davi, a rosa de Sarón…”, disse Martín Duplaquet diretor do filme.
A comédia foi filmada no Chile e também no Brasil, onde os novos pastores passam por um curso para aprender a falar, se comportar na frente das câmeras e atrair multidões.
O roteirista, Juan José Hurtado, disse que provavelmente muitos evangélicos se sentirão ofendidos com o texto do filme, pois ele conta a vida de dois homens Jonás e Lenin que fundam a igreja “Transprofética” para tirar dinheiro das pessoas. Jonas passará a ser conhecido como “o último dos profetas”.
“Esta é a história de Lenin e Jonás Cifuentes. Não é a história de outra coisa, nem um ponto de vista crítico sobre a igreja, nem sobre os televangelistas”, disse ele. O escritor também diz a identificação pode acontecer porque “há muitas igrejas evangélicas que pedem dinheiro”. Mas para ele fica claro que algumas estão mais interessadas em vender do que em salvar.
“Agora em caso de algumas é claro que há o objetivo de conseguir dinheiro e não de salvar almas”, disse Hurtado para um jornal chileno afirmando que em nenhum momento o filme fala a palavra ‘evangélico’
Fonte: Gospel Prime
Com informações Noticia Cristiana
Assista o Trailer
.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Steve Jobs estava buscando a Deus antes de morrer, revela biografia

Biografia revela que fundador da Apple oscilava entre o budismo e o cristianismo. A biografia oficial de Steve Jobs saiu nos Estados Unidos
esta semana e tem feito sucesso. Já está em primeiro lugar no ranking de
vendas da Amazon. O porta-voz da empresa, Brittany Turner, acredita
que “muito provavelmente será o mais vendido do ano”.
Agora, faz algumas revelações sobre a vida do recluso Jobs. “O fato de ter sido uma criança adotada foi determinante para a personalidade de Jobs. Isso o tornou mais independente e mais alheio ao mundo em que vivia, mas também o tornou mais especial. Alguns dos seus amigos pensam que a adoção gerou um sentimento de abandono e isso fez com que Jobs ficasse ansioso por demonstrar que tinha valor”.
Jobs foi dado para adoção por Joanne Schieble, uma jovem de 23 anos que afirmava não ter condições financeiras de criá-lo. Depois da morte da mãe adotiva, Steve decidiu procurar a mãe biológica. Ao encontrá-la, surpreendida e feliz, Joanne pediu perdão por tê-lo dado para adoção. Mas ele nunca procurou ter um relacionamento com o pai biológico, Abdulfata ‘John’ Jandali.
Curiosamente, mesmo sendo um filho preterido, Jobs também preteriu. A sua primeira filha, nascida de uma relação casual com Chrissann Brennan, sempre teve dificuldades de ser reconhecida pelo pai. Ele teve ainda três filhos do seu casamento com Laurene Powell Jobs.
A vida religiosa de Steve Jobs também é tratada no livro. Ele foi criado num lar luterano, mas abandonou a fé cristã aos 13 anos, depois de ver a foto de crianças morrendo de fome na capa de uma revista. Ele perguntou ao pastor se Deus sabia que aquilo estava acontecendo e não gostou da resposta.
“O Cristianismo deixa de fazer sentido quando começa a se basear mais numa fé distante do que em viver como Jesus”, disse Jobs a Isaacson.
Depois de abandonar o Cristianismo, Jobs acabou indo para a Índia e passou a seguir os ensinamentos do Zen Budismo. Ele contou ao biógrafo que tinha dúvidas sobre a existência de Deus: “Acho que as diversas religiões são portas diferentes para a mesma casa. Às vezes, acho que a casa existe. Outras vezes, acho que não. É um grande mistério.”
Segundo Isaacson, Jobs começou a questionar mais intensamente o sentido da vida e a existência de Deus nos últimos meses antes de sua morte. Não tinha mais convicção do que ensinava o budismo.
“Lembro-me que Jobs falava muito sobre Deus. Ele dizia: Às vezes acredito em Deus, às vezes eu não sei. Acho que existe essa possibilidade. Mas desde que descobri o câncer, penso mais sobre isso. Eu me pego acreditando mais agora, talvez porque desejo acreditar na vida após a morte, que quando você morre, não pode ser que tudo simplesmente desapareça. A sabedoria que você acumulou deve continuar de alguma forma. Mesmo sem ter certeza do que o esperava depois, Jobs não tinha medo da morte”, diz Isaacson.
Em sua biografia, fica claro que o homem conhecido por suas decisões criativas e arrojado falhou ao decidir sobre a própria saúde.
Quando descobriu que tinha câncer no pâncreas, a doença estava no estágio inicial e poderia ser curada com uma cirurgia. Jobs decidiu se tratar com dieta vegetariana e acupuntura, o que pode ter lhe custado à própria vida.
Isaacson diz que por questões religiosas Jobs não queria violar o corpo. Isso ia contra o que aprendera na Índia. Depois de nove meses não teve escolha: foi obrigado a fazer um transplante de fígado. Porém. durante a cirurgia, os médicos descobriram que o câncer já havia se espalhado pelo corpo. Jobs tinha 56 anos de idade.
Fonte: Gospel Prime
terça-feira, 25 de outubro de 2011
É uma honra estar na Globo, dizem artistas evangélicos sobre o Festival Promessas

Alguns questionaram os diretores da emissora sobre como seriam
tratados e se seriam vetados de ministrar durante a apresentação. É uma honra estar na Globo, dizem artistas evangélicos sobre o Festival Promessas
O interesse da Globo em promover um evento evangélico deixou muitos surpresos, principalmente os artistas
convidados para participarem do Festival Promessas que será gravado no
dia 10 de dezembro no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro.Os cantores confirmados para esse evento que será exibido no dia 18 pela Rede Globo como um dos especiais de final de ano são: Regis Danese, Davi Sacer, Fernanda Brum, Ludmila Ferber, Eyshila, Ana Paula Valadão, Fernandinho, Pregador Luo e Damares.
Ana Paula Valadão disse ao jornal Extra que será uma honra estar na maior emissora do Brasil, mas antes questionou se os artistas evangélicos seriam bem tratados. “Eu perguntei: ‘Vocês vão nos tratar com a mesma dignidade que tratam seus artistas?’. E, sim, fomos muito respeitados, poderia dizer até paparicados”.
Quem também ficou preocupada com o convite foi a pastora e cantora Fernanda Brum. “Meu principal objetivo é alcançar quem não é cristão. Então, achei a proposta maravilhosa”, disse ela que antes de aceitar o convite questionou se poderia ser ela mesma durante a apresentação. “Mas antes quis saber se eu poderia ser quem eu sou de verdade. Quando ouvi o ‘sim’, aceitei na hora.”
O cantor Davi Sacer também falou ao jornal sobre suas expectativas a respeito do Festival Promessas: “Em outra emissora, um evento como esse não teria o mesmo impacto, justamente porque a Globo não tem vínculos religiosos, é neutra, e, claro, por causa da credibilidade que ela tem”.
Diretor da Globo explica o convite
O diretor de núcleo da Globo, Luiz Gleiser, vai comandar o show e diz que a emissora já tem aberto espaço para artistas evangélicos em outros programas como o do Faustão e o programa da Xuxa.Para a reportagem do jornal Extra ele diz também que a ideia de fazer o Festival Promessas partiu de uma reunião do comitê formado pelos diretores do alto escalão da Globo.
“Não podemos virar as costas para as expressões culturais do nosso povo, a música evangélica não pode ser ignorada, muito menos pela maior produtora cultural do Brasil. Ela tomou uma assumida importância ao longo dos anos que por si só justifica esse evento”, diz Gleiser.
Fonte: Gospel Prime
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Silvio Santos é mais admirado no Brasil que Jesus Cristo

A pesquisa foi realizada pelo instituto inglês Future Poll para a marca Johnnie Walker que ouviu mil homens e mulheres de 25 e 45 anos.
Os nomes de Bill Gates, Lula, Angelina Jolie, Ayrton Senna, Ronaldo e Pelé também aparecem entre os dez mais admirados.
Personalidades mais admiradas no Brasil:
1º Silvio Santos
2º Bill Gates
3º Lula
4º Angelina Jolie
5º Jesus Cristo
6º Eike Batista
7º Ayrton Senna
8º Ronaldo
9º Gandhi
10º Pelé
Fonte: Gospel Prime
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Mulher vive um ano seguindo a lei mosaica à risca Ela deixou de cortar o cabelo, dormia no jardim quando estava no período menstrual e se sentava no telhado quando discutia

Uma mulher americana resolveu seguir a Bíblia exatamente
como está escrito durante um ano, deixando de cortar os cabelos e até
mesmo indo dormir no jardim durante o período menstrual.Rachel Held Evans mora no estado do Tennesse, Estados Unidos, para o
jornal The Guardian contou que não deixava que seu esposo se aproximasse
dela quando estava menstruada, passou a usar uma almofada para “não
contaminar” qualquer coisa (Levítico 15-18), passou a chamar seu esposo
de “senhor” e “mestre” e até sentou-se no telhado quando discutia,
porque está escrito na Bíblia que “melhor é um canto do teto do que uma
casa compartilhada com uma mulher briguenta” (Provérbios 21:9).
O objetivo de Raquel era provar para as pessoas que tentam impor suas
ideias para os outros mostrando com essa experiência que não”há nenhum
modelo único na Bíblia, como muitas pessoas pensam, quando encontram
uma mulher que o rompe. Há o versículo que diz: submeta-se a teu esposo,
mas também há um que cita: submeta-se um ao outro.”
Rachel diz que as mulheres precisam saber disso para não serem
silenciadas. “Quanto mais mulheres souberem sobre a Bíblia, mais poderão
responder às pessoas que tratam de silenciá-las”, disse.
Toda essa experiência foi contada em um blog que será transformado em
um livro pela editora Thomas Nelson no próximo ano. “Meu propósito ao
realizar isto não é de menosprezar o simulado da Bíblia, nem é para
glorificar elementos patriarcais”, disse Rachel. Ela garante que essa
experiência ” se trata simplesmente de iniciar uma conversa sobre como
interpretar e aplicar a Bíblia na nossa vida”.
“Afinal, espero que minhas desventuras possam inspirar as mulheres,
porque a verdade é que todos ‘escolhemos’ um pouco quando se trata da
feminilidade bíblica”, diz.
Com informações Noticia Cristiana
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Testemunho de um Mendigo salvo pela Palavra de Deus
Natal
de 1994. Por volta das 2 horas da manhã do dia 25 de dezembro, um jovem
de 18 anos, morador de rua, desistia de viver. Estava prestes a pular
do Viaduto Doutor Arnaldo, na zona oeste da capital paulista. Já havia
até escrito uma carta para a mulher que aprendeu a chamar de mãe, embora
sequer soubesse de seu paradeiro. Sem pai nem mãe, abandonado aos 5
anos de idade, Milton Adalberto da Silva havia vivido até os 18 anos sob
custódia do Estado.
Aos 6 anos de idade, seguiu para um orfanato no interior de São Paulo, de onde traz amargas lembranças de violência e descaso. Já adolescente, por volta dos 15 anos, foi para a Febem, como menor infrator. Saiu de lá e ficou 3 meses em uma pensão paga pelo governo, depois foi para as ruas de São Paulo. Passou fome, frio, medo, viciou-se em drogas e álcool. Tudo parecia perdido. Daí a ideia de se matar.
Aos 6 anos de idade, seguiu para um orfanato no interior de São Paulo, de onde traz amargas lembranças de violência e descaso. Já adolescente, por volta dos 15 anos, foi para a Febem, como menor infrator. Saiu de lá e ficou 3 meses em uma pensão paga pelo governo, depois foi para as ruas de São Paulo. Passou fome, frio, medo, viciou-se em drogas e álcool. Tudo parecia perdido. Daí a ideia de se matar.
Naquela madrugada,
porém, a vida de Milton, hoje evangélico, cantor de rap gospel, mudou.
Um abençoado irmão, que por acaso passava no local, o abordou quando ele
estava pronto para se lançar do viaduto. “Ele me disse que Jesus tinha
um plano na minha vida, que não era para eu me matar. Aquele homem, que
para mim era um anjo, fez grandes revelações e profetizou bênçãos sobre
mim. Ele disse que Deus iria me tirar da rua e iria me honrar nesta
Terra”.
Milton, ainda que
confuso, pois nunca havia ouvido falar do Evangelho, creu naquelas
palavras, aceitou Jesus e desistiu do plano trágico: “Senti uma paz
muito grande, mas queria ver Jesus naquela hora, pensava que ele era um
homem comum”. Era a primeira vez que alguém falava das boas-novas de
Cristo para o rapaz que, até então, desconfiava da existência de Deus,
tampouco conhecia Jesus.
O
tempo passou, foram mais dois anos vivendo nas ruas, mas dia a dia as
promessas de Deus foram se cumprindo em sua vida. Pessoas boas o
ajudaram com emprego, lhe deram o que comer, o que vestir e Milton
começou a sonhar. “Eu sentia que uma voz me dizia o que fazer e quem
procurar”. Enquanto vivia nas ruas, almejava ser reconhecido pela
sociedade, queria ser homem de bem, não um “peso”. “Resolvi tirar minha
vida porque não queria me afundar nas coisas ruins, no roubo, no
tráfico. Isso não tem volta”.
Agora
no bom caminho, ele se inspira nas agruras que passou e na nova vida
debaixo da graça de Deus, para compor seus raps. Milton é conhecido como
o rapper Breakdown. Ele canta a sua história em várias canções, fala da
violência sexual e maus-tratos sofridos no orfanato, dentre outros
dramas que sofreu: “Deus me ajuda a lutar, pois minha mãe me deixou num
mundo de dor”, diz um trecho da canção “Já é de madrugada”. A faixa faz
parte de seu primeiro CD, uma edição especial, com oito canções e
tiragem reduzida, que ele lança em setembro. É a realização de um
projeto antigo, que ele concretiza com ajuda dos que se sensibilizam com
sua história e acreditam no seu potencial artístico. As suas músicas
são comoventes testemunhos contados nas batidas do rap. Como cantor
independente ele já chama a atenção do meio secular. O rapper Breakdown
foi indicado ao Prêmio Homem do Ano, promovido por Adela Villas Boas, na
categoria artista independente. A revista Caras todos os anos faz
coberturas especiais da premiação.
São mais de dez anos tentando emplacar as suas canções na mídia, para que todos possam ouvir e entender que uma pessoa na sarjeta tem sim o seu valor para Deus. “Eu era um ajudante de bate-estaca em uma obra em São Paulo, em 2001, quando conseguiu juntar R$ 1 mil e gravar a minha primeira fita cassete demo”, recorda.
São mais de dez anos tentando emplacar as suas canções na mídia, para que todos possam ouvir e entender que uma pessoa na sarjeta tem sim o seu valor para Deus. “Eu era um ajudante de bate-estaca em uma obra em São Paulo, em 2001, quando conseguiu juntar R$ 1 mil e gravar a minha primeira fita cassete demo”, recorda.
Mesmo
com tantas rasteiras da vida, Milton, incrivelmente, semeia a
perseverança e não perde a fé. Já convertido, ele lembra que chegou por
muitas vezes a ser expulso de igrejas evangélicas porque ainda era um
mendigo: “Eu entrava na igreja, contava para os irmãos que tinha
aceitado a Jesus, mas eles não acreditavam e me mandavam sair porque eu
estava muito sujo. Diziam que se realmente eu fosse evangélico não
estaria naquela condição. Ficava triste, mas não desistia, eu só
precisava de ajuda”, lembra.
Em
meio a tantas dificuldades em São Paulo, houve um momento que Milton
resolveu voltar para o interior de São Paulo, na cidade onde cresceu no
orfanato. Lá passou a frequentar uma igreja, casou-se, teve dois filhos
(Micael, com 10 anos, e Noemi, com 11). Ficou três anos na cidade, mas
acabou voltando para São Paulo, para continuar o seu projeto com a
música. “Onde eu estava, os irmãos não aceitavam o rap, diziam que era
coisa do diabo e que eu não deveria cantar mais aquilo, mas no meu
coração Deus me dizia o contrário”, relembra.
Milton
é movido pelo anseio de levar a palavra libertadora do Evangelho a
pessoas que, como ele no passado, vivem na miséria, no abandono, na
marginalidade, sem esperança. “Eu sou a prova de que Deus ama o pecador e
tem um plano de Salvação para aqueles que creem em Jesus. Quero que
todos saibam disso através da minha música”.
Em busca da própria história
Aos 35 anos de idade, Milton Adalberto da Silva sabe muito pouco sobre sua história. Tem no RG nome e sobrenomes sugeridos por um juiz, que também determinou nomes fictícios para seus pais, bem como a data de nascimento. No prontuário da extinta Febem/SP, hoje Fundação Casa, consta que ele foi entregue a uma instituição do governo em 25 de novembro de 1981. Em fevereiro de 1982, através de um exame de verificação de idade constava que ele tinha seis anos.
Milton não sabe nada sobre a sua família, o que sempre o perturbou. Encontrar sua mãe foi uma obsessão por longos anos. Procurou durante muito tempo por Maria Pereira da Silva – nome que constava em seus documentos, mas esta mulher, na realidade, não existia. Daí partiu em busca de Marly Lima da Silva, quem o entregou ao Estado, conforme descrição no prontuário. Uma escrivã, Iracema Merolla, o ajudou nesta busca incessante.
Aos 35 anos de idade, Milton Adalberto da Silva sabe muito pouco sobre sua história. Tem no RG nome e sobrenomes sugeridos por um juiz, que também determinou nomes fictícios para seus pais, bem como a data de nascimento. No prontuário da extinta Febem/SP, hoje Fundação Casa, consta que ele foi entregue a uma instituição do governo em 25 de novembro de 1981. Em fevereiro de 1982, através de um exame de verificação de idade constava que ele tinha seis anos.
Milton não sabe nada sobre a sua família, o que sempre o perturbou. Encontrar sua mãe foi uma obsessão por longos anos. Procurou durante muito tempo por Maria Pereira da Silva – nome que constava em seus documentos, mas esta mulher, na realidade, não existia. Daí partiu em busca de Marly Lima da Silva, quem o entregou ao Estado, conforme descrição no prontuário. Uma escrivã, Iracema Merolla, o ajudou nesta busca incessante.
Foi
em Mongaguá, no litoral sul de São Paulo, que ele reencontrou 30 anos
depois a mulher a quem ele aprendeu a chamar de mãe: “Ela me contou que
me entregou para o Estado porque seu marido não me aceitava. Na verdade,
minha mãe biológica me deixou com ela, e nunca mais voltou”, conta
Milton. O reencontro que ocorreu no início de julho de 2011 virou
notícia de jornal, que repercutiu em vários veículos. A história foi
estampada na capa do jornal O Diário de S.Paulo, além de outros veículos
da mesma rede, como Bom Dia Jundiaí, Bom dia ABCD, Diário de Marília,
Diário de Baurú, Diário de Ribeirão Preto, Diário de Sorocaba e Diário
de São José do Rio Preto.
No
início da década de 1980, Marly tomava conta de crianças em Cidade
Ademar, na zona sul da capital. Nesta época, uma mulher, identificada
como Maria, teria pedido para que ela tomasse conta do filho e
desapareceu. Um ano e meio depois, Marly entregou o garoto à Justiça.
Esta é a história registrada no prontuário da Febem. Segundo a própria
Marly, ela procurou a Justiça para adotá-lo, mas não pôde porque tinha
perdido os documentos em uma enchente. Só lhe restava a carteira de
trabalho. Mais tarde, já com os documentos em mãos, não o encontrou.
Apesar
da grande alegria por ter tido a oportunidade de abraçar Marly
novamente, Milton ainda se vê diante da angústia de não saber do
paradeiro de sua mãe e pai biológicos. Mas ele prefere se concentrar em
outras coisas. O que mais o preocupa hoje é ver a difícil condição de
Marly: “Quero muito ajudá-la, mas ainda não tenho recursos para dar uma
moradia mais digna”, conta o rapaz, com olhar triste e ansioso.
O rapper sobrevive de alguns bicos e faz alguns trabalhos como garoto-propaganda de grifes que publicam anúncios na revista Tribo Skate. Mora em Diadema e frequenta a I greja Assembleia de Deus Mundial das Oliveiras, em Santo Amaro, há cerca de seis meses.
O rapper sobrevive de alguns bicos e faz alguns trabalhos como garoto-propaganda de grifes que publicam anúncios na revista Tribo Skate. Mora em Diadema e frequenta a I greja Assembleia de Deus Mundial das Oliveiras, em Santo Amaro, há cerca de seis meses.

Muitas lembranças de Milton sobre seu passado ainda são confusas na sua cabeça. Ele recorda-se, com facilidade, porém, dos períodos mais dramáticos: “Uma situação que me revoltou demais foi quando um casal estrangeiro apareceu no orfanato e queria me adotar, mas a direção não deixou, sugeriu outro garoto. Eutrabalhava bastante lá, eles não queriam me deixar ir embora”. Tomado pela raiva, Milton conta que colocou fogo em colchões e, por conta disso, foi encaminhado aos 15 anos para Febem de Lins (SP) como menor infrator.
Dos
primeiros anos que esteve sob custódia do Estado de São Paulo, num
abrigo de menores na Rodovia Raposo Tavares, Milton diz que viveu nas
instalações onde hoje funciona três núcleos da Fundação Casa. A
reportagem o acompanhou em uma visita ao local, onde ele deu seu
testemunho de superação a vários internos ereviveu algumas lembranças.
Após sucessivas reformas e adequações, os prédios estão muito diferentes
de sua época. Os núcleos têm estruturas que parecem escolas, exceto por
algumas grades. Do passado, ainda há resquícios da antiga piscina –
hoje um estacionamento – onde Milton sonhava em brincar. “Eu
tinhadificuldades para andar, vivia na cadeira de rodas e nunca pude
entrar na piscina”, contou.
Ele
passou por várias instalações do núcleo e conversou com alguns
internos. Em uma das conversas, na qual testemunhava que Deus ama a
todos, um rapaz o questionou: “Será que Ele me ama mesmo, fiz tantas
coisas erradas”. Milton respondeu com convicção: “Claro, tenho certeza
disso”. Desconfiado, o garoto o desafiou. “Que provas você me dá que
Deus me ama?”. Sem titubear, Milton respondeu: “Eu sou a sua prova do
grande amor de Deus por nós”.
Mais oportunidades
Como
exemplo de superação, Milton foi muito bem recebido por diretores da
Fundação Casa da Raposo Tavares. Refeito de seus traumas, ele observou
que os meninos internos hoje têm muito mais estrutura e apoio do que ele
teve na extinta Febem. “Espero mesmo que eles se recuperem e retomem as
suas vidas. Para mim, foi muito mais difícil”, conta.
Uma
das iniciativas que Milton mais apreciou foi o fato de que grupos
evangélicos da Igreja Deus é Amor e Universal do Reino do Deus fazem
cultos às quartas, sábados e domingos. Segundo Sandra Regina de Sá,
diretora do Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente, onde
Milton e a reportagem da Exibir Gospel entraram, cerca de 10% a 15% dos
67 adolescentes da unidade se reúnem nos encontros evangélicos. “Eu
nunca ouvi a Palavra de Deus no orfanato nem na Febem. Uma pena”,
lamenta.
Sobre o perfil dos
garotos que hoje estão na Fundação Casa da Raposo Tavares, a diretora
avalia que a maioria são usuários de drogas, tem baixa escolaridade e
carentes. “Temos observado também um aumento entre jovens de classe
média, com ausência da figura paterna. Mas podemos dizer que o
entorpecente é a porta para o crime”.
TV online exclusivamente para Música Gospel chega ao Brasil
É
lançada no Brasil a primeira rede social gospel. A LOUVETV é uma TV
online que apresenta conteúdo musical Gospel, integrada a uma rede
social diferenciada. Totalmente gratuito e com veiculação em tempo real.
O
crescimento do público evangélico é expressivo, e o sucesso dos
artistas desse segmento é notório, principalmente na internet, em sites
como Twitter e Youtube. "Queremos criar uma forma única e inovadora de
entreter o público jovem cristão", afirma David Almiron, um dos
diretores do LOUVETV.
Ainda
de acordo com Almiron, antes desse projeto, o cenário musical gospel
brasileiro não possuía um veículo parecido, especializado em
entretenimento voltado ao público cristão,
A
rede social apresenta, além do usual encontrado em outras redes
sociais, um item que não há em nenhuma outra: salas de bate-papo abertas
a todos os usuários. A novidade é uma forma única de fazer amizades e
trocar ideias sobre a música evangélica. Os usuários poderão interagir e
dar opiniões sobre a programação, votando nos clipes que mais gostarem.
"Também
havia certa dificuldade pelas gravadoras em obter veículos de
divulgação para seus artistas. Com o lançamento da TV online todos
ganham", completa Almiron.
Com
o foco total no conteúdo da programação, LOUVETV é um local de encontro
para jovens do bem. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Dossiê
Universo Jovem MTV, em 2010, onde 64 milhões de jovens brasileiros, de
12 a 30 anos foram entrevistados, 81% consideram como atividade de lazer
ir a Igrejas e grupos de oração. "Queremos criar uma forma única e
inovadora de entreter o público jovem cristão", disse Almiron.
Informações SRZD
Para cópia deste conteúdo, é obrigatória a publicação do link www.amigodecristo.com www.louve.tv►
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Léa Mendonça - Covardia
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Empresário diz que boa fase de jogador é resultado da sua conversão

“Desde o final do ano passado ele é evangélico. Isso acalmou o Dagoberto. Hoje ele é muito feliz, percebemos isso dentro e fora de campo. Essa felicidade tem a ver com a religião, que contribui para o bom momento dele em campo”, disse o empresário.
Dagoberto já demonstrou sua espiritualidade em junho do ano passado ao pedir no programa Fantástico a música “Deus do Impossível” do Ministério Apascentar. Antes de aceitar a Jesus, o jogador participava de reuniões de leitura da Bíblia no Centro de Treinamento do time paulista que eram promovidas pelo volante Hernanes, um de seus melhores amigos no elenco.
O momento está tão bom para o jogador que em breve ele viajará para a Europa para escutar propostas de clubes estrangeiros. O São Paulo pretende segurá-lo, mas não está disposto a oferecer mais de R$200.000,00 por ele, seu empresário pede pouco menos de R$300.000,00. As negociações só devem acontecer depois da final do Brasileirão.
Fonte: Gospel Prime
Com informações UOL
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Menino de oito anos adotado por lésbicas inicia tratamento de mudança de sexo
Com direito a tratamento à base de
hormônios, o menino Thomas Lobel, da Califórnia, está mudando de sexo e
vem causando polêmica. Ele, que tem 11 anos e é filho de um casal de
lésbicas, iniciou o processo aos 8 anos de idade.

As mães do menino, que agora se chama Tammy, defendem a decisão do garoto, alegando que era melhor iniciar o processo de mudança de sexo já na infância,
pois na puberdade tudo seria mais complicado e, nesse período, o número
de suicidas com transtorno de identidade é muito maior.
Segundo Pauline Moreno e Debra Lobel,
uma das primeiras coisas que Tammy aprendeu a falar foi “Sou uma
menina”. Outro fator decisivo para o incentivo das mães foi o fato de aos 7 anos ele ameaçou mutilar o próprio órgão sexual.
Foi aí que o transtorno de gêneros foi diagnosticado e no ano seguinte
iniciaram a medicação – implantada em seu braço esquerdo e que impedirá o
desenvolvimento de ombros largos, voz grave e pelos faciais no menino.
Segundo informações do Daily Mail, o tratamento hormonal permitirá à Tammy ter tempo de decidir se é isso mesmo o que quer. Caso decida parar de tomar a medicação, será possível passar pela puberdade como um garoto normalmente, sem, inclusive, afetar a sua fertilidade. Mas ao resolver se tornar uma mulher definitivamente,os remédios ajudarão no desenvolvimento de características físicas femininas, como o crescimento de seios.
A cidade de Berkeley, onde Tammy vive, é uma das quatro nos Estados Unidos (Boston, Seatle e Los Angeles são as outras) onde há um hospital com programas para crianças transexuais. Lá elas são assistidas por profissionais de saúde mental, endocrinologistas e pediatras especializados.
Fonte: Virgula UOLVia A Notícia Gospel
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Jesus também discordou…
O dinheiro está falando mais alto hoje em dia em muitos templos

Graça e Paz do Senhor!
Autor: Irmão Betinho
via:A Notícia Gospel
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